segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Saudade

Sempre acreditei que quando chegasse este dia eu morreria também de uma qualquer dor fulminante e inexplicável. Apesar de alguns sentimentos contraditórios, a sua chama na minha vida parecia ser crucial. Mas afinal essa chama prolonga-se para além do fim.
Afinal quantos já foram os filhos que perderam os pais, quantos pais choram a morte dos filhos, quantos maridos ficaram sem as suas mulheres e quantas mulheres já ficaram viúvas, quantos netos recordam os seus avós com carinho.
Não podemos esperar ser poupados à prova da saudade.

1 comentário:

Anónimo disse...

Não sabia... a Bi disse-me esta semana.
Claro que a sua chama na tua vida era( e é) crucial. E ele ficará sempre contigo: nos momentos que recordas , nas imagens que tens. E esses, nada nem ninguém tos poderá retirar.
Não sei( ainda não sei) o que é essa saudade. Desejava nunca o saber. Só sei que deve doer mesmo muito.
Um beijinho no dódoi, como fazemos aos pequeninos, para passar a dor... mas essa não passa, não é?

Laurel