Sempre tive a noção de que a minha perspicácia não é quase nenhuma. Para não ter remorsos de tomar o lado errado ou incómodo de uma disputa, de que quase nunca me apercebo a tempo, optei sempre por fazer só o que me dita a consciência, defender a verdade à luz dos princípios morais que me foram transmitidos pelos meus pais e outras pessoas que respeito na minha vida. O que é certo é que muitas vezes as minhas acções sobre a realidade que me rodeia têm o mesmo efeito que os movimentos 'graciosos' de um elefante numa loja de porcelanas. Mas talvez esteja a dar uma relevância exagerada ao meu papel neste mundo.
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
1 comentário:
Identifico-me com isto.
Também me sinto sempre um elefante, não sei porquê.
Báh, que se lixe.
Eu cá gosto de elefantes!
Enviar um comentário