Deixei de beber café há uns bons meses, se não já anos.
Tinha-me esquecido como gosto do aroma forte do pó de café. Despertei de novo para ele hoje, quando ouvi um barulho insistente no corredor. Fui ver e era o moinho eléctrico aqui do recanto do café que estava ligado. Ao desligá-lo fiquei impregnada daquele aroma mágico.
E saltaram-me as imagens inventadas da minha terra de cafezais, do povo de pele escura e vestidos de panos coloridos, o calor, as árvores isoladas em vastas planícies, a terra vermelha e dourada, os animais selvagens no seu habitat, a noite iluminada apenas pelas estrelas.
Ah, que cheirinho a café !
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