quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

OK, O Bolo de Noz da família


Conhecido já no tempo da minha bisavó.
É todo batido à colher de pau em tigela ampla (excepto as claras).
6 gemas misturadas com 2 chávenas de chá grandes de açucar (+-200g) e um cálice de vinho do Porto. Enquanto impregnam barra-se uma forma tipo tabuleiro com margarina, forra-se com papel vegetal, que se besunta também com margarina.
De volta à massa, tem de ser batida até ficar uma gemada cremosa a formar bolhas. Juntam-se então duas colheres de sopa de pão ralado. Polvilha-se e mistura-se uma colher de café bem cheia de fermento Royal em pó. No fim as 6 claras batidas em castelo muito firme, e 250g de nozes bem picadinhas na 1-2-3, envolvendo suavemente com a colher de pau.
Deita-se na forma tabuleiro e vai cerca de 1h ao forno de 180º.
Retira-se e desenforma-se imediatamente, com a ajuda de uma espátula, para uma tábua com papel vegetal. Deixa-se arrefecer para se cortar ao meio, e põe-se no prato de servir, recheando e cobrindo com ovos moles feitos de 8 gemas+8 colheres de sopa de água+8 colheres de sopa de açucar, engrossadas em lume brando aí uns 15 minutos, sempre a mexer. Completa-se cobrindo com fios de ovos e metades de nozes.
Antes de servir pode guardar-se no frigorífico, protegido com papel de alumínio.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Pesadelos felinos



Não deixamos a gatinha Nani ir para a varanda porque temos medo que caia. Não por estupidez mas por algum inesperado acidente. Vamos ter de preparar a varanda para evitar algum percalço.
Entretanto a preocupação é tal que no meu sonho de hoje vi pela janela alguns gatinhos pendurados num estendal de um prédio em frente. Uma era a birmanesa Txutxu pendurada a conseguir aterrar num parapeito salvador, o segundo era um outro gatinho a conseguir o mesmo. A terceira vítima era já uma senhora gorda, de vestido vermelho, absurdamente pendurada nas cordas do estendal.
E durante o sonho eu a pensar que realmente por muito cuidado que tivessemos não conseguiamos evitar aqueles comportamentos inesperados.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Saudade

Sempre acreditei que quando chegasse este dia eu morreria também de uma qualquer dor fulminante e inexplicável. Apesar de alguns sentimentos contraditórios, a sua chama na minha vida parecia ser crucial. Mas afinal essa chama prolonga-se para além do fim.
Afinal quantos já foram os filhos que perderam os pais, quantos pais choram a morte dos filhos, quantos maridos ficaram sem as suas mulheres e quantas mulheres já ficaram viúvas, quantos netos recordam os seus avós com carinho.
Não podemos esperar ser poupados à prova da saudade.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O meu álbum de fotos pessoal

Há algumas imagens que não têm fotografia mas estão guardadas na minha memória.
Li algures sobre um estudo científico japonês que estabelece que as memórias, que são captadas por nós no chamado 'hipocampo', ocupam espaço - o artigo chamava-se mesmo 'o saber ocupa lugar' -. Segundo esse estudo, para que se mantenha espaço livre, em branco, nessa área do cérebro, para captar novas informações, é feita uma reciclagem das que estão lá guardadas, quer passando a outras áreas mais distantes de acesso na memória, quer eliminando-as, se não estou em erro.
Tenho imagens antigas que me surgem estáticas, como fotografias. Nem sempre consigo aceder a elas. Acontece mais elas saltarem para o pensamento presente espontaneamente. São preciosas. Espero que estejam bem 'coladas'.
Foto #1 - O meu Pai sentado no cadeirão preto do seu gabinete do escritório onde também trabalhei, há cerca de 25 anos.
Foto #2 - A minha Mãe confortando-me num dos meus ataques de choro juvenil.
Foto #3 - O meu Tio a contar a história dos mabecos em África, com um sorriso franzindo-lhe os olhos de alegria.
Foto #4 - O meu Pai sentado no maple há poucos dias, de pescoço muito direito e queixo baixo como os gatos sentados com sono.
Foto #5 - Duas primas abraçadas a chorar.
Foto #6 - O meu Marido a brincar com os sobrinhos quando são pequenos.
Foto #7 - O meu Filho a ser-me entregue na sala de partos, para parar de chorar encostado ao meu peito, com a sua madeixa dourada.
E muitas outras.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Camões

Muitas vezes os ouvi citar o primeiro verso.
Hoje procurei na net. Para além da primeira quadra fico numa interrogação assustada:
" Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que pera mim bastava amor somente.
(...) "

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A gata e a tartaruga


Dona Tartaruga saiu do seu esconderijo de hibernar, para se dirigir calmamente ao seu aquário na varanda, num dia de Inverno frio mas soalheiro. Encontrou pela frente a gatinha Nani, que ficou intrigada e meio eriçada.
As patas fortes de Dona Tartaruga fascinaram a Nani, e ela tentou tocá-las ao de leve com as suas. Dona Tartaruga encolheu-se toda dentro da sua carapaça, que um especialista de um fórum sobre tartarugas descreveu como "armadura medieval". A Nani passou então para o outro extremo da carapaça, examinando a cauda também bem protegida de Dona Tartaruga (diga-se de passagem que a gatinha Nani adora roer tudo o que se pareça com fios eléctricos ou cordéis ...).
Esgotada a curiosidade da Nani e passado o susto de Dona Tartaruga, lá seguiram os seus caminhos, uma para a varanda, a outra regressando aos seus brinquedos.
Não diria que ficaram amigas logo no primeiro encontro, mas agora já se conhecem e sabem com o que contar.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma bola grande e azul

A gata Nani tem uma árvore de Natal, como deixou ficar claro logo que a árvore ficou pronta. Aninhou-se na ponta do sofá que dá acesso áquela bola azul pendurada mesmo a jeito de umas patadas, e lambeu todo o seu pêlo em atitude tranquila de tomada de posse.
Claro que aquela grande bola azul entretanto já veio parar ao chão algumas vezes, mas isso faz parte dos direitos da Nani sobre a árvore.
Temos-lhe dito que uma escalada até ao topo não é atitude segura. A Nani parece por enquanto resignada, mas a qualquer momento poderá passar-lhe pela cabeça que, pertencendo-lhe a árvore, tem direito a todas as extravagâncias.
Façamos votos para que se limite às patadas na bola grande azul.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Transmissões

Eu estava sentada a olhar a varanda através do plástico transparente do 'jardim de Inverno'.
Faltava ainda a última etapa daquela corrida alucinada feita por todos, que tentavam dar solução perfeita ao que já não tinha remédio.
As forças estavam por um fio.
Lá fora o gato preto e branco parou nas quatro patas virado para mim, e por um longo momento cravou os olhos nos meus. Depois rodou a cabeça para o lado e cheirou o ar, com aqueles gestos insistentes de quem está a cheirar as pernas de alguém parado em pé ao seu lado.
Voltou o ânimo.
Estavamos em casa.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Queijada de Sintra, a pedido de Dona Lina

250g de açúcar misturados com 4 gemas e uma colher de chá de canela em pó. Dá-se umas voltas com a colher de pau, e enquanto esta mistura 'impregna' forra-se uma tarteira redonda, barrada com manteiga, com uma placa de massa folhada. Volta-se à massa de açucar e ovos e bate-se o melhor possível. À parte esmigalham-se muito bem com um garfo 4 queijinhos frescos dos pequenos. Junta-se um pouco dos queijos à massa, bate-se bem, junta-se 60g de farinha de maneira a não criar borbotos, e uma colher de café de fermento Royal. Finalmente junta-se o resto dos queijos, batendo sempre muito bem, o que forma uma massa líquida com bolhinhas.
Deita-se na tarteira e vai a forno de 180º cerca de 1h15m.
Antes de servir pode passar ou não pelo frigorífico.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

"Gata em telhado de zinco quente"

Se não houver engano nas contas da minha amiga Bi, a Nani nasceu no passado dia 12 de Outubro. Faz hoje 8 semanas.
Chegou cá a casa no sábado, 5 de Dezembro, e dominou de imediato o ambiente escaldante de expectativa. Saíu hesitante da caixa transportadora para a cozinha, onde tinha à sua espera um pratinho com ração de gatinho bébé e água, o filhote-de-dono a oferecer-lhe as costas da mão para ela cheirar, muitas cócegas.
Reagiu com calma e comeu, brincou, usou o seu WC privado. Cansada de emoção aninhou-se na sua caminha e instalou-se nos corações de todos cá em casa.
Falta ser apresentada à Dona tartaruga.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sétimo Dia

- Hum, hum, ... Álvaro de Campos ?
- Não Doutor, é o meu Avô, Fernando Correia Pessoa !
- Ah, bem, é que podia ser um dos heterónimos ...
.....................
Vai estar em todas as coisas que vemos, em tudo o que somos.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sonâmbula ?


À medida que os anos vão passando, conseguimos aprender com ela os seus gostos.
Engraçado agora no mau tempo é ela aventurar-se mais a passear dentro de casa. Quando era muito mais pequena perdeu-se por entre os fios do computador que tinhamos no corredor. Demorámos algum tempo a encontrá-la. Agora que é bem maior os seus passeios são mais visíveis. E audíveis, pelo barulho da sua carapaça a tocar ocasionalmente o chão.
Hoje exagerou, iniciando o seu passeio junto dos nossos quartos antes das 5 horas da manhã.
- Clanc .... clanc .... clanc .... (destacando-se no silêncio do escuro)
O filhote-de-dono foi dar-lhe água e encaminhá-la para o seu 'quartinho'.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Dono dos Relógios



Esta manhã o despertador não dava horas. Faltou a luz.
Foi o Dono dos Relógios que mo ofereceu, quando mudei de casa. Antes disso era ele que se encarregava de me acordar de manhã. Umas palmadas numa perna e um tó-tó-ró-tó-ró, o seu exemplo do banho já tomado, a barba feita, o cabelo penteado.
Não há nenhuma maneira agradável de se ser acordado. O Dono dos Relógios semeou-me um maquinismo interior, rítmico, que dia e noite me faz saber as horas, e me acorda ainda antes do despertador tocar. É essa a maneira agradável de acordar, no fim dos sonhos, sem deixar a história por acabar, rematando todas as pontas e acordando serenamente. Talvez por isso o Dono dos Relógios não tenha escolhido um despertador com bateria de apoio. Quando falta a luz, não falham os ritmos interiores.
Sei que não sou exemplo. Para isso temos o Dono dos Relógios.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Quadro de Monserrate


O jeitinho para fotografar é que não é nenhum ...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Aspirações a estrela de cinema


A tirana interestelar aproximava-se, no seu vestido amplo e brilhante, acompanhada dos seus sinistros conselheiros vestidos de negro. Precisei de mudar a minha aparência física, transformando-me naquela minha colega da escola, aquela de quem todos gostavam, para que a tirana não me reconhecesse. Uf, assim estava a salvo. Estavamos todos a salvo sobre aquela plataforma suspensa em órbita sobre a cidade. As naves espaciais passavam lentamente.
Não sei se antes disto se depois, eu e um personagem masculino de banda desenhada, não me lembro agora qual, salvámos aquele homem aparentemente inocente. Ele estava amarrado a um poste por um cordão de clips, que o prendia pelo pescoço. Foi preciso engenho para o soltar, uma questão de conhecer o segredo de como se desfaz um cordão de clips. Corremos imediatamente para longe, porque o poste explodiu em cinematográficas chamas laranja e amarelas (onde é que eu já tinha visto aquela explosão ? E ora aqui está, eu sonho a côres ...).
Acordei serenamente.
Era apenas mais um filme de ficção científica e acção, desta vez inventado, interpretado e realizado pelo meu subconsciente.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Projectos


Já acabei o quadro de Monserrate. Quando estiver assinado ponho aqui a foto.
Entretanto penso começar hoje um quadro novo, com base num tema que me surgiu este fim-de-semana e que resultou para já neste paint.
O pior vai ser acertar nas côres. E as marcas na areia.
O céu estava azul entardecido manchado de rosa, com uma lua muito branca e irreal. A areia estava marcada de sombras, marcas das patas de pássaros e marcas de pneus.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pagamentos

Há coisas que não se pagam. E isto aplica-se até às formas de pagamento.
As minhas duas 'clientes' escolheram formas de pagamento para os quadros que são elas próprias impagáveis.
Num caso, dois livros amorosos sobre arte, com imagens deliciosas de quadros e outras expressões artísticas. De formato compacto, colorido e harmonioso.
No outro caso, um almoço num vegetariano partilhado por quatro moçoilas na idade 'sabichona', não podemos dizer ainda 'sábia', isso será só daqui a uns anitos, se Deus quiser. Mas acredito que já vamos dominando algumas técnicas ou táticas de amortecimento de impactos negativos, favorecidas pelas rugas (imperceptíveis, de resto ...).
Dá gosto pintar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

"Cherish emotions"

É o que está escrito na minha T-shirt.
As emoções negativas também merecem ser guardadas ? E transmitidas ?
Ou devemos apenas coleccionar e distribuir emoções de felicidade e alegria ?
Todas fazem parte da nossa memória, mas será preferível apagar o que nos magoa ? Abandonar o ressentimento ? Exibirmos um permanente sorriso e espalhar à nossa volta amabilidades e alegria ?
Guardo muitas emoções, e nos meus quadros procuro expressar os cenários daquelas que me são agradáveis.
Mas não consigo controlá-las.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Praia de São Pedro


Está pronto. Estive à espera de luz para fotografar.
Em princípio já tem destinatários.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

"Diário"

Quebrei definitivamente a intenção inicial de um blogue asséptico. A tentação de utilizá-lo como uma espécie de diário de adolescente é grande. Principalmente quando é mais catártico escrever sobre as minhas relações familiares do que as da tartaruga. Essas são de alguma forma limitadas. E desinspiradoramente cordiais. Até porque em última análise a família da tartaruga somos nós cá em casa.
Não sei se terá visitas de pássaros durante o dia, quando nós não estamos. Sei que não visita a família biológica, nem recebe visitas de qualquer tartaruga.
Não sei se terá uma vida mais descomplicada.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Puré de batata caseiro

Descobri agora que afinal não leva assim tanto tempo nem dá assim tanto trabalho fazer um puré de batata caseiro.
Felizes os que o perceberam mais cedo na vida.
Quem diz puré diz tempo e oportunidade para outros prazeres preguiçosos da vida.
Ajuda não nos prendermos aos horários politicamente correctos para refeições e diversões, e percebermos que mesmo esses horários podem ser domesticados para nos servirem.
Hoje em dia deito-me cedo e acordo cedo e não sigo séries televisivas. Contento-me em ouvir as pessoas que me pôem bem disposta e em troca faço os possíveis por não os pôr mal dispostos a eles. Leio abundantemente vários autores actuais também como ginástica mental. Pinto umas larachas que funcionam comigo como sessões de yoga.
E em poucos minutos preparo um puré de batata caseiro.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

OK, confesso

Está um tempo de repente húmido e pesado. Depois dos 40 parece que é sinónimo de dores nos ossos. Mazelas antigas. Comecei a coxear ligeiramente com uma dôr que abraça a parte de fora do pé direito.
Inconfundível. Lembro-me que era pequena, não tenho certeza da idade, e era o meu irmão que me levava à escola de bicicleta. Sentada à amazona no ferro do quadro olhava hipnotizada para a roda da frente. Ainda acreditava em coisas mágicas. E ali estava uma: a roda enorme quando parada tinha muitos raios, mas àquela velocidade só tinha uma ténue sombra entre o eixo e o pneu. Seria então possível pôr lá o pé sem .... catrapum !!!
Acho que nunca confessei que tinha sido propositado. Eu própria tinha dúvidas. Tinha ficado hipnotizada. E curiosa tipo São Tomé.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O quadro que sempre sonhei pintar

Ontem ocupei o dia a fazer a segunda versão de um quadro que sempre sonhei pintar. Estendi de novo o 'atelier' em cima da mesa da sala, atrapalhando as refeições da família.
Ainda não está pronto, por isso fiz este paint.
Já dei um quadro desta praia ao meu filhote, mas foi feito dessa vez com base numa fotografia. Agora reduzi-o áquilo que costumava ser o meu desenho preferido, que me acompanhou sempre em vários momentos na minha vida, tanto de estudante como depois de começar a trabalhar.
Já existiram versões deste desenho em toalhas de papel, mata-borrões de secretária, tampos de estiradores, cadernos vários, folhas soltas de papel. Tipo cartão de visita.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Gloriosa manhã

Tenho andado com o que os media anunciaram como próprio da época, aquele desencanto do cair da folha no Outono, muitas vezes associado a verdadeiras depressões.
Por razões várias, comecei a ver tudo negativo, quando afinal já verifiquei que dá muito resultado manter o pensamento positivo.
Hoje, para me dar um empurrãozinho no sentido do que é belo e vale a pena, surgiu esta forte manhã, de entre umas nuvens alaranjadas e espessas, contra um céu ainda azul escuro, por volta das 7h30m neste mês em que o Sol já se vai atrasando a nascer. Uma bela alternativa ao quentinho dos sonhos.
(Acabou por me surgir na ideia uma máxima escrita na fachada de uma capela por onde costumava passar no regresso a casa. Hoje em dia a capela foi substituída por um prédio de habitação, que mantém as inscrições que estavam na tal capela: "Madruga e verás ! Trabalha e terás !" )

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Mais quatro beijinhos



Foi uma satisfação ! Pelo que a 'cliente' disse, sem ela o ter especificado na encomenda eu acertei no quadro que ela tinha em mente.
Sinto que ficou contente com o trabalho. Eu também gosto dele, e agrada-me entregar os quadros às pessoas que os vão estimar.
Fico a aguardar novas encomendas. Entretanto já comecei nas aulas um novo projecto que talvez fique para mim. Será um original, e esses não têm muita saída.