quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Pizza de yogurte natural ("massa fina")
Reparei nesta receita no Petiscos.com pela simplicidade dos ingredientes, mas vi-me um pouco grega com uma certa imprecisão relativamente à quantidade de farinha, tempo e temperatura de cozedura. Mas não ficou má de todo, um pouco mal cozida no centro, mas deixo aqui a experiência para vossas adaptações.
Numa tigela funda misturei 3 yogurtes naturais Pingo Doce com cerca de três copos de yogurte bem cheios de farinha Branca de Neve self-raising (pacote com letras vermelhas), que fui deitando a pouco e pouco, e uma pitada de sal. A massa ficou bastante mole, mas a receita referia isso. O meu sobrinho Pedro Penedo da Rocha Calhau estranhou não ser mais grossa e moldável com as mãos, mas arrisquei assim.
Preparei um molho cru pondo no copo da varinha mágica um bocado de polpa de tomate Guloso, um pouco de cebola e umas gotas de azeite. Bati com a varinha. Poderia talvez ter posto também um grãozinho de sal grosso.
Tapei o tabuleiro do forno com papel vegetal borrifado de farinha, despejei a massa a partir do centro formando uma espécie de bolacha grande e gordinha (vai abater quando lhe começar a por coisas em cima), polvilhei com farinha. Pus uma camadinha fina de molho de tomate cru, polvilhei com um pouquinho de queijo farripado para pizzas da Président, espalhei pedacinhos de umas fatias de chourição e fiambre, cobri com mais queijo e uma pitada de orégãos.
Esteve no forno de 220º, ligado na altura, durante 30 minutos.
O toque do molho de tomate foi apreciado por uma das "vítimas". Logo que acerte melhor nos pormenores, vai ser uma boa opção para um petisco.
P.S.: Aperfeiçoei a tática, ligando previamente o forno a 200º antes de começar a preparar a pizza, deixando depois cozer a essa temperatura cerca de 30 minutos.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
"...olhos e boca e assim ..."
Mas aqui vai, para que vejas o efeito e possas ajudar-me a corrigir, como sempre tens feito.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Crescimento e aprendizagem
A Nani lá vai crescendo, e vai ficando mais segura tanto em relação aos cantinhos da casa como em relação aos hábitos dos diversos membros da família. Gosta de companhia, mas em algumas ocasiões do dia quase desaparece, escolhendo esconderijos para dormir uma soneca. Reage com curiosa atenção às novidades que trazemos para casa, como foi ultimamente o caso das luzes de jardim que espetamos na terra dos vasos na varanda. Dá uma luz azulada entre as plantas nas noites agora quentinhas de Primavera. A Nani não perdeu a oportunidade de as cheirar cuidadosamente, para depois se deitar a usufruir do ambiente durante o princípio da noite.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Os sonhos do Engº Prudente - Parte II
A esposa do Engº Prudente, filhos, netos e restante família, não tão prudentes nem rigorosos mas igualmente solidários com a natureza, contactaram um apicultor-a-sério para tratar do enxame de abelhas. Num trabalho com intervenção escalonada de alguns, orientados pelo apicultor-a-sério, o enxame foi capturado e encontra-se em mudança para o Alentejo.
A intervenção consistiu em acender-se a lareira recorrendo a ramos verdes, para emissão de muito fumo. O apicultor-a-sério, munido de máscara de rede e luvas, em equilíbrio corajoso sobre o telhado, colocou uma caixa no topo da chaminé para receber o enxame logo que a rainha guiasse as suas obreiras para longe do fumo.
A operação durou toda a tarde, e só terminou ao lusco-fusco, com a chegada à caixa das obreiras que andaram por longe durante o dia. A caixa foi envolvida num grande saco de plástico, para o transporte. Não houve picadas, e o próprio enxame parece ter servido como pagamento do trabalho.
A família transmitiu ao apicultor-a-sério votos de bom mel com aquele enxame.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Os sonhos do Engº Prudente
O Engº Prudente tinha um sonho : ser apicultor. Mas não podia arriscar incomodar os seus vizinhos citadinos. Era pouco prudente alojar num pequeno terreno urbano uma ou mais colmeias de abelhas que, como se sabe, não têm fronteiras ao voo e podem desencadear ataques em enxame. Ah mas que pena, o Engº Prudente gostava tanto de mel, e ao contrário dos seus figos preferidos, que fez questão de criar no seu jardim, não podia produzir o seu próprio mel.
O Engº Prudente não podia ser apicultor, era gestor de empresas e fábricas, e geria finanças como quem cuida de uma colmeia : com prudência e rigor.
Um ano e picos após a sua morte, morte por velhice de uma vida com muito mel, teve de ser cortado, para não incomodar os vizinhos, o seu enorme pinheiro manso. Algum tempo depois, começaram a aparecer mortas debaixo do cadeirão do Engº Prudente pequenas abelhas enfarruscadas. "O que será, o que não será ?" vai-se a ver e estava uma colmeia instalada na chaminé da lareira do Engº Prudente. E as abelhas, cobertas de fuligem, transferidas provavelmente do pinheiro para a chaminé, tão misteriosamente como tinham vivido em segredo o seu sonho, escolhiam agora morrer aos seus pés.
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Notícias
Li hoje, numa edição online de um jornal diário, que vai ser dividido e atravessado por um novo itinerário principal o terreno que sustenta um olival do azeite que foi em 2010 classificado como o melhor do mundo, e exporta 90% da sua produção.
Dividir o terreno significa ficar afundada debaixo do asfalto parte do sistema de rega, com as consequentes dificuldades de eventuais reparações, limitar o alcance do equipamento de tratamento das árvores ou exigir a sua duplicação, e outros prejuízos descritos na notícia, já para não falar nos impactos ambientais afectando a qualidade do azeite. Para mais parece que num possivel traçado alternativo que evitasse a propriedade, seria prejudicado terreno menos fértil.
Contactado o proprietário, mostra-se estupefacto com a decisão.
Contactado o presidente da câmara, justifica dizendo que o proprietário foi avisado para não plantar mais olival na área que agora vai ser o IP Sines-Beja, uma faixa de três quilómetros por 80 metros (ou coisa que o valha) que atravessa a propriedade.
Sinceramente custa-me acreditar em tamanha imbecilidade.
A história só pode estar mal contada.
Digam-me que isto não é verdade.
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Aprendizagem
Bem cedo na infância do Filhote cometi durante algum tempo um erro de preciosismo, inspirada no meu próprio fascínio de criança a observar a habilidade da minha Mãe para o desenho.
Queria ensiná-lo a desenhar, e comecei por um carro, todo bonito, todo em perspectiva, com detalhes deliciosos, de que ele gostou muito. Mas não se mostrou interessado em corresponder com um desenho seu.
Ora o Pai, com a sua falta de paciência para o desenho, mostrou-lhe a sua versão : umas linhas simples em duas dimensões, com alguns pormenores também muito simples e fáceis de prever.
E o Filhote fez logo uma reprodução, confiante nas suas próprias capacidades.
Existem lá em casa inúmeras versões felizes desse modelo.
Hoje em dia, já adulto, faz coisas bem mais sofisticadas, mas em criança não vale complicar.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Ron-ron-ron
quarta-feira, 23 de março de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Um bolo p'ró chá
Um bolinho à fatia, meio inventado sobre a receita de bolo de yogurte, condicionada pelos ingredientes que tinha em casa. Preparei-o a pedido de um bolinho caseiro.
Na batedeira pus 3 ovos XL inteiros, 150g de açucar e 100 ml de natas de soja Alpro soya cozinha. Tudo bem batido enquanto preparei a forma de buraco besuntada com margarina e polvilhada de farinha. Voltei à massa e juntei a raspa e o sumo coado de uma laranja do Algarve, e no fim 150 g de farinha self-raising.
Esteve no forno de 180º cerca de uma hora.
Retirei do forno, deixei arrefecer um pouco, e desenformei.
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