Reparei nesta receita no Petiscos.com pela simplicidade dos ingredientes, mas vi-me um pouco grega com uma certa imprecisão relativamente à quantidade de farinha, tempo e temperatura de cozedura. Mas não ficou má de todo, um pouco mal cozida no centro, mas deixo aqui a experiência para vossas adaptações.
Numa tigela funda misturei 3 yogurtes naturais Pingo Doce com cerca de três copos de yogurte bem cheios de farinha Branca de Neve self-raising (pacote com letras vermelhas), que fui deitando a pouco e pouco, e uma pitada de sal. A massa ficou bastante mole, mas a receita referia isso. O meu sobrinho Pedro Penedo da Rocha Calhau estranhou não ser mais grossa e moldável com as mãos, mas arrisquei assim.
Preparei um molho cru pondo no copo da varinha mágica um bocado de polpa de tomate Guloso, um pouco de cebola e umas gotas de azeite. Bati com a varinha. Poderia talvez ter posto também um grãozinho de sal grosso.
Tapei o tabuleiro do forno com papel vegetal borrifado de farinha, despejei a massa a partir do centro formando uma espécie de bolacha grande e gordinha (vai abater quando lhe começar a por coisas em cima), polvilhei com farinha. Pus uma camadinha fina de molho de tomate cru, polvilhei com um pouquinho de queijo farripado para pizzas da Président, espalhei pedacinhos de umas fatias de chourição e fiambre, cobri com mais queijo e uma pitada de orégãos.
Esteve no forno de 220º, ligado na altura, durante 30 minutos.
O toque do molho de tomate foi apreciado por uma das "vítimas". Logo que acerte melhor nos pormenores, vai ser uma boa opção para um petisco.
P.S.: Aperfeiçoei a tática, ligando previamente o forno a 200º antes de começar a preparar a pizza, deixando depois cozer a essa temperatura cerca de 30 minutos.