segunda-feira, 18 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

Reflexões de uma idiota

Estamos mais habituados a criticar fortemente os aspectos negativos de certas situações do que a dar relevância aos seus aspectos positivos.
Falava-se hoje no Papa, e a conversa foi parar aos actos de solidariedade publicitados nos media. Alguém dizia que achava hipócrita a maneira como é feito o aproveitamento mediático das diversas acções de solidariedade.
A mim parece-me mais apropriado que se dê relevância à própria existência de pessoas que empregam o seu tempo a dedicar-se ao bem dos outros, e que se deve reconhecer que a publicitação dessas acções pelos media podem despertar novas vocações, angariar novos voluntários. O resto são efeitos colaterais na maior parte das vezes inevitáveis, devido à própria natureza humana.
O acto isolado e anónimo é sempre mais um, mas há necessidades generalizadas que têm de ser supridas através de campanhas organizadas, e de procedimentos regulares também organizados.
Já temos Papa, Francisco I.
Sejamos positivos.

terça-feira, 12 de março de 2013

Acampamentos na sala

Não sou pessoa com apetite e skills adequados para acampar. Mas faço uma espécie de acampamentos em casa ... Proibi toda a gente de me acordar ao fim das noitadas de televisão que me deixam invariavelmente KO. Optei por ajeitar um amontoado de colchões de espreguiçadeiras no chão da sala, para me preparar para os efeitos analgésicos da luz e dos sons de episódios repetidos de CSI ou Castle, Mentes Criminosas ou Investigação Criminal. 
Fiquei um pouco surpreendida com a indicação daquela médica especialista em questões do sono, que costuma aparecer na televisão. Ela diz que adormecer em frente do televisor não é um comportamento normal ... Deverei preocupar-me ?
De qualquer maneira, quem me acompanha é a gata Nani. Se durmo na sala fica também a dormir na sala enroladinha num sofá.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dona Turtle

Tem andado a rondar-nos, ao fim da tarde, na cozinha. Como já aprendemos, damos-lhe só água porque ela está ainda a hibernar. Ou assim pensávamos : esta semana começou a comer desalmadamente. 
O fim deste Inverno está muito frio, mas aparentemente Dona Turtle guia-se pelo calendário e não pelo termómetro.
Ontem eu estava na cozinha, com um joelho no chão para arrumar umas coisas, e quando dei por ela Dona Turtle estava atrás de mim a cheirar-me o calcanhar. Parece ser tão curiosa como a gata Nani.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Mudanças

Sou daquelas pessoas que não procuram muito as mudanças. 
No início da minha carreira profissional, há mais de 20 anos, procurei colocar-me numa área que gostasse, mas depois disso não fiz grandes esforços de mudança. O mundo foi mudando por mim. Afinal, a área de que gostava e que tanto procurei guardou para mim alguns dissabores, para além de algumas das compensações que esperava.
A partir de certa altura as mudanças foram-se sucedendo à minha volta. Fruto de iniciativas de pessoas numa área de trabalho comum, e fruto também de alterações estruturais, metodológicas e tecnológicas que foram introduzidas nas matérias com que lido. Pela minha parte, os meus esforços são de adaptação, mas também de manter uma coerência razoável no desempenho do meu trabalho do dia-a-dia. Faço por não tentar ser o que não sou, e por assumir inteiramente aquilo que sou.
Imutável é o amor que dedico aos que me acompanham, de longe ou de perto, nesta caminhada. É graças aos que me acompanham desinteressadamente que consigo seguir em frente.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Selecção natural

Esta manhã o metro estava anormalmente cheio. De tal forma, que numa das paragens entrou um jovem que descontraidamente apoiou a mão esquerda enluvada no meu ombro. Segurava quase ao pé da minha orelha direita um livro com o título : "Darwin aos tiros". 
Senti logo a natureza mutante da minha resignação àquele papel de apoio para leitura que me foi assim estimulado. Pensei : 'Antes isso do que ser definitivamente erradicada da espécie humana, morta por esmagamento, quem sabe ?'
Se isto tivesse acontecido na minha existência nos anos 80, a resignação seria impensável. Eu era nessa altura um ser absolutamente claustrofóbico e niquento. Hoje em dia, num gesto de adaptação evolutiva, transporto na carteira um frasco de gel de álcool, para me poder socorrer quando os contactos directos se revelam mais asquerosos.
Ao que isto chegou !

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Disfarces

Vai de viagem, provavelmente disfarçado. Tem aquele aspecto meio casual meio cuidado de homem adulto no pico das suas faculdades, cabelo comprido apertado num rabo de cavalo por baixo de um boné que remata o sobretudo escuro. Mas os seus dedos encardidos, em que reparo pela segunda vez esta semana, deixam-me desconfiada.
Vai bem sentado, e na minha opinião está a fingir que lê um livro em inglês. Daqueles livros de páginas poeirentas. Não segura o livro com as páginas direitas, e por isso penso que não pode estar a conseguir ler. Mas prossegue no seu disfarce. 
Eu vou de pé, e se é verdade que não distingo mau-cheiro nenhum, aqueles dedos encardidos e unhas sujas, trazem-me à lembrança o asfalto, terra, pós e principalmente lixos.
Procura ter um gesto sofisticado de sacar de uma caneta e escrever qualquer coisa num bilhetinho. Volta a guardar a caneta no bolso do pullover por baixo do sobretudo.
Mas a mim não me parece consistente. Lembra-me um sem-abrigo disfarçado, que toma banho de vez em quando nos lavabos públicos, que comprou, com uma moeda, um livro amarelecido num alfarrabista (o mais barato era aquele em inglês), mas que não consegue disfarçar a errância das mãos e da vida.
No entanto, pensando melhor, também pode ser um artesão de sucesso, de materiais escuros e rudes, que toma banho todos os dias na banheira maxi do quarto de banho no seu penthouse, e que por muitos cremes que utilize à boa moda do moderno homem descomplexado, não consegue desencardir os dedos das essências dos materiais que utiliza. E herdou uma biblioteca cheia de livros antigos em várias línguas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Niky, cão-guia

Niky passa a viagem de comboio deitado no chão do corredor, ao lado do lugar onde vai sentado o seu dono. É, se não me engano, um labrador de pêlo dourado e expressão dôce. Muitos não resistem e fazem-lhe umas festas. Outros mantêm a distância, respeitando o que já foi transmitido por panfletos distribuídos na rua : os cães-guia vão em trabalho, e não devem ser distraídos da sua missão. Mas ele fica contente com as festas, e não se entusiasma demasiado. Quando se aproxima o destino, Niky levanta-se e abana a cauda, pronto para mais uma etapa de trabalho.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Minority Report

Fiquei chocada. Senti um ambiente estranho, do tipo de Tom Cruise em Minority Report. O crime punido antes mesmo de ser cometido, independentemente da possibilidade da previsão do acontecimento estar errada.
A sociedade repressiva a educar e a punir o indivíduo em vez dos pais a educarem saudavelmente os filhos.
Ao que isto chegou. 
Eu da minha parte não reconheço autoridade a mais ninguém que não sejam os meus pais, os meus professores e a minha religião para me educarem.
Fiquei chocada. 
Esta manhã, a voz anónima nos altifalantes do metro dizia: "Validem os vossos títulos de transporte, sejam responsáveis".

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

1002 maneiras de fazer bacalhau, ou bacalhau improvisado para o dia dos namorados, porque havia Benfica na SIC

Um namorado de um namoro já de 37 anos, com poucas manifestações amorosas - poucas mas boas - um raminho de trufas de chocolate da Hussel. Fez-me desconfiar, claro, e com razão. Em vez de um jantar fora em algum lugar romântico, tive de improvisar um jantar caseiro. O Benfica jogava para uma taça internacional qualquer e dava na SIC.
Uma posta alta de bacalhau congelado, cozida em água com uma pitada de sal e de noz moscada.
Uns raminhos de bróculos frescos, cortados em pedaços pequenos, postos a cozinhar numa frigideira tapada, com um fio de azeite e cebola às rodelas, uma pitada de sal. Umas gotas de água de vez em quando, o lume muito baixinho, os bróculos a suar, a cebola a amaciar.
Um pouco de puré congelado Pingo Doce, 24 pedaços desfeitos em 12 colheres de sopa de leite.
Umas colheres de natas de soja com uma pitada de sal, noz moscada, sumo de limão, e uma colher de margarina Becel.
Num pirex para dois coloquei primeiro a mistura de bróculos com cebola, depois o bacalhau desfeito em lascas, por cima o puré, uma capa com a mistura de natas, e foi ao forno para alourar.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Profissões

Só outro dia tive a percepção nítida das exigências da profissão de professor das camadas mais jovens, principalmente adolescentes, e também principalmente em escolas de populações problemáticas.
Imagine que fazia parte do seu trabalho diário tentar incutir aos protagonistas do seu ambiente de trabalho aqueles princípios de educação que deveriam ter-lhes sido transmitidos pelos progenitores. Ao conversar com um casal de professores do secundário, eles contaram histórias que não lembram ao diabo. Jovens que acham que têm idade para serem responsáveis por si próprios, que não admitem reparos, que não reconhecem a autoridade dos professores, e que carecem das mais elementares atitudes de pessoas educadas.
Sim, sempre existiram pessoas mais e menos educadas, mas aquilo de que eu nunca me tinha apercebido é que os professores têm de fazer o papel de pais em suas casas, com os seus filhos, mas também nos seus locais de trabalho, com os alunos mal-educados. 
Acho que quando escolheram a sua profissão contavam que teriam de instruir, mas não contavam com tanta necessidade de também educar, nem com as humilhações que lhes são inflingidas por alunos mal-educados, por vezes apoiados pela agressividade negligente dos pais.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Canelones de carne picada

Costumava fazer canelones com a pachorra de os escaldar uns minutos antes de os rechear. Ontem comprei uma embalagem de canelones que dizia que não precisavam de ser previamente cozidos, e parece que resultou. 
Fiz um recheio com 300g de carne de vaca picada, refogada num fio de azeite com alguma cebola picada, meia courgette com casca partidinha, sal, môlho inglês, duas colheres de polpa de tomate e uma mão cheia de salsa fresca.
Depois de bem cozinhada a carne, passei tudo com a varinha mágica.
Fiz um béchamel com uma caneca de leite, um pacote de natas frescas, uma colher de sopa de Maizena, uma pitada de sal, noz moscada e sumo de limão.
Coloquei 11 canelones num pirex, recheei-os com carne ainda quente, cobri com o béchamel, que na embalagem de canelones dizia que devia ser suficientemente líquido para ajudar a cozer a massa, e se tivesse tinha polvilhado com queijo ralado.
Estiveram no fôrno a 160º cerca de uma hora.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Nani marota


Não está muito parecida no primeiro desenho. Está sempre a mexer-se o que me dificulta um bocado a tarefa de lhe apanhar a expressão. O comentário dos meus críticos foi : "Vê-se que é um gato ... mas está um bocado parecida com uma raposa ..." . Resolvi publicar o desenho.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Nani enrolada na sua mantinha numa tarde de sábado


Manhã

Tenho um desenho da Nani para vos mostrar, mas não estou a conseguir transferi-lo do meu telefone para o meu mail. Já não é a primeira vez que fico com as mensagens 'engasgadas' no telefone, e tenho de retirar a bateria, e essas cenas, e depois lá acabo por conseguir a transferência.
Entretanto tenho por aqui este desenho de 'paint'.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Arroz doce cremoso Margalha

Ponha 100g de arroz carolino a cozer, num tacho médio, em meio litro de água com uma pitadinha de sal. Mantenha o lume muito brando, e vá dando de vez em quando umas mexedelas para não pegar.
Entretanto ponha à mão meio litro de leite, cerca de 200g de açucar, três casquinhas de limão e uma colher de sopa de margarina Becel clássica.
Prepare também numa tigelinha 4 gemas desfeitas.
Quando o arroz estiver cozido, que é normalmente quando a água já evaporou práticamente toda, junta-se o leite e o resto, excepto as gemas, levanta-se um pouco o lume e tem de se mexer sempre, entre 10 a 15 minutos, altura em que a mistura começa a ficar ligeiramente mais expessa, ameaçando agarrar. Nessa altura desliga-se o lume, e vai-se juntando aos pouquinhos um pouco de arroz quente às gemas, e depois junta-se essa mistura no tacho do arroz, mexendo rápidamente para não talharem.
Ponha num recipiente baixo, de servir. Sirva com canela em pó.

domingo, 27 de janeiro de 2013

O Capuchinho Vermelho (2)



Nem sempre dominamos as nossas acções. Este quadro só tinha como certo no início uma nuvem que vi no caminho, que dominava o céu e me parecia uma mensagem vinda de algum lugar. Toda a parte das árvores é obra do acaso, uma espécie de processo não dominado, que me levou de pincelada a pincelada até esta floresta. 
Serei um capuchinho vermelho ? Estará algures à espreita um lobo mau ? Poderei sempre contar com a intervenção providencial dos caçadores ?
Não terei ouvido convenientemente os conselhos e avisos da Mãe ?

sábado, 26 de janeiro de 2013

Sopa Delícia, by Chef Filhote

Numa pequena panela pusemos uma courgette média, com casca, uma couve flôr pequena, uma folha de couve portuguesa que por ali apareceu, meia cebola, uma mão cheia de salsa fresca que veio com a couve portuguesa, e uma colher de lentilhas rosa sem casca. Tudo partidinho para a panela, cobrimos de água, temperámos de sal, e deixámos ferver até os legumes estarem macios. Aí juntámos um fio de azeite, e batemos com a varinha mágica. Ficou um creme verde claro, muito delicioso.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

O Capuchinho Vermelho (1)

A profissão de informático tem uns cromos gerados pela própria natureza da informática : é uma ferramenta poderosa, que muitas vezes não faz o que é esperado, ou faz o que não é esperado.  Com esse comportamento, é inúmeras vezes foco de desconfianças e injustiças entre os humanos que a manipulam. O cromo mais comum entre os informáticos jovens é aquele que tem a ilusão de que, se se aplicar muito, domina todas as nuances do software e do hardware, e tem a convicção de que os erros dos outros se devem sempre a algum tipo de incompetência, que muitas vezes são exibidas por pessoas mais velhas, ou de mais plácido feitio, que portanto não teriam acompanhado a evolução da tecnologia. Por outro lado, nos informáticos mais velhos, há a certeza que quase sempre a aparente incompetência dos outros se deve a falhas da própria tecnologia, da escolha de parametrização que tudo indicava destinar-se a produzir determinado resultado, mas em vez disso surpreende-nos com outro.
Nestas coisas da informática, a maior parte das vezes, numa situação anómala, só se conhece a causa muito depois de se ter experimentado os efeitos indesejados, e a maior parte das vezes, o culpado, se não quisermos ser masoquistas, é mesmo 'o sistema', mesmo que tenha de haver intervenção humana para lhe despoletar as vontades.
P.S: Este post é inspirado numa frase que ouvi hoje de um informático sénior :"Provavelmente alguém alterou isso, e teve esse resultado. Mas não foi concerteza propositado..."

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Reflexões de uma idiota

Talvez fosse conveniente conseguir ensinar as pessoas a não exigirem aos outros mais do que aquilo que é humanamente possível. 
E também a não exigirem isso a si próprios.
Bem, "humanamente possível" é uma fasquia que pode variar de algum modo de pessoa para pessoa. 
E como saber se estamos prestes a ultrapassar a nossa fasquia se nunca tropeçámos nela ?
Eu já tropecei em tempos na minha fasquia, e desde aí ocupo alguma da minha atenção a tentar não deixar desapercebidos os sinais de alarme :  o cansaço, a irritação, a falta de tempo, a sobrecarga, a falta de soluções. Por vezes a solução melhor é parar um pouco, e reformular a abordagem das situações. Também as pessoas que me rodeiam e lidam de mais perto comigo estão habituadas a não exigir demasiado.
Mas mesmo assim, o risco está sempre lá. Para todos nós, para uns a fasquia mais baixa, para outros a fasquia mais alta.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A Bússola Dourada

Há um filme juvenil, na temática do fantástico, que a mim me deixa algo deprimida. 
Já não tenho presente todo o enredo, mas ficou-me a excelente ideia do autor em retratar as crianças como sendo cada uma delas acompanhada do seu 'génio', ligadas a ele por um elo invisível com manifestações físicas, representado por uma imagem de animal de estimação como um gato, rato, esquilo, pardal ou outro do género. Na história o 'génio' de uma criança não tinha uma forma estável, podia, por exemplo, oscilar entre a forma de uma marta e a de um gato doméstico, consoante o estado de conforto e de confiança da criança. O 'génio' fala a linguagem humana, e alerta a criança para perigos que lhe são visíveis pelo comportamento dos 'génios' dos adultos, no fundo fazendo uma verbalização daquilo que a criança instintivamente sente.
Os adultos tinham 'génios' perfeitamente definidos, representados por animais como pumas, panteras, lobos, corujas, ou no caso da personagem mais demoníaca, um macaco de pelo dourado e de semblante ameaçador e cínico. 
É aflitivo o propósito dos adultos que têm poder naquele mundo :  eles criaram um laboratório para desenvolver um procedimento para separar as crianças dos seus 'génios', com o objectivo de poderem dominá-las mais facilmente. Pretendem conseguir fazê-lo mantendo as crianças vivas, mas as primeiras experiências resultam na morte ou na profunda depressão da criança a quem foi 'extraído' o seu 'génio'.
São aliados das crianças uma organização de resistência constituída pelos pais e mães de algumas das crianças já raptadas, que viajam numa caravela voadora, as fadas milenares sempre jovens e um exército de ursos polares de armaduras possantes.
Vamos manter-nos atentos para que não tentem fazer-nos o mesmo. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Experiência com massa filo na véspera dos Reis

Num restaurante vegetariano servem umas trouxinhas de queijo cabra e massa filo. Resolvi fazer a experiência.
Comprei uma embalagem de massa filo refrigerada do Continente, e um queijo de cabra atabafado. Li as instruções da caixa de massa filo e umas receitinhas do Petiscos, e resolvi cortar a massa filo(de um dos dois pacotinhos que vêm na embalagem) em seis rectângulos duplos, quase quadrados. Desmanchei o queijo de cabra com um garfo e juntei-lhe cenoura ralada. Fiz 6 trouxinhas pondo um rectângulo de massa filo, barrado com pouquinha manteiga Becel, o segundo rectângulo em cima, um bom bocado de recheio, fechei com ajuda de um pouquinho de Becel. Besuntei um pirex com azeite (também pode ser óleo) para levar as trouxinhas ao forno de 200º o tempo suficiente para ficarem coradinhas. Servi frias, e não estavam muito mal ...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Five O'clock Tea

Quase sempre que se fala em 'chá das cinco' lembro-me daquilo que sempre achei um 'must' nos pormenores gastronómicos da autoria da minha Mãe : a fôrma no forno. Um pão de fôrma 'desmontado' em côdeas e fatias de miolo, besuntados de manteiga, de novo 'montado' com a ajuda de palitos na sua forma original, e depois aquecido no forno até ficarem as côdeas estaladiças e, é claro, a manteiga por dentro derretida.
A acompanhar um cházinho a gosto, completada com um pouco de dôce ou mel (ou não), fazia as delícias de todos lá em casa.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Ensaio 2


Outra das imagens que me ficou de caminho foi um pôr-do-sol insólito, tenho mesmo a impressão que não acreditarão que existiu. Outro ensaio em 'Paint' para uma tela que tenho estado a preparar.