Uma noite praticamente em branco (3 horas de sono) por imperativos profissionais, tem de ser seguida de mecanismos de recuperação e anti-stress.
Primeiro, recuperar parte do sono numa sesta ao fim da tarde do dia seguinte, alguns pratos de sopa e umas colheradas de dôce de figos em suporte de energia, nada de televisão.
Ar fresco e vozes da rua a entrar pela janela. Pressianas a meia luz.
Uma gata Nani a acompanhar os sonos.
Segue-se uma noite com um período longo de sono mesmo que acabe por acordar cêdo.
Acordada ainda antes da madrugada, uma sessão de yoga caseiro na varanda para a parte do anti-stress.
Tenho dificuldade em compreender como é possível haver quem consiga trabalhar em turnos nocturnos. Deve ser um sacrifício muito grande.




