segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Notícias Meggy Pea

Partilhar a casa com Miss Meggy Pea é como voltar a ter uma criança pequenina em casa.
Ela é igualmente imprevisível, bem-disposta, ligeiramente desastrada, igualmente mimada.
Passou o fim-de-semana seguindo-nos para todo o lado, cheirando e bisbilhotando todas as coisas em que tocámos, sempre com aquele ar de 'é claro que eu também posso mexer'.
A nossa gata é linda.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Things that keep me going

Na minha juventude conheci uma pessoa que calculava as nossas curvas de biorritmo. 
Essas curvas tinham períodos descendentes e ascendentes, picos mínimos e picos máximos. 
Mas sucediam-se num ritmo tranquilo de frequências compensando-se sempre sem parar.
Penso que, mais do que acreditar que alguém pode calcular as datas correspondentes a cada ciclo desse biorritmo, a mensagem principal que me transmitiu subconscientemente, e em que reparei só agora, é que a uma fase má segue-se uma fase boa, e assim sucessivamente. É uma questão de manter a cabeça fora de água. A nossa última hora chegará quando estiver determinado.
Para manter a cabeça fora de água há pequenas coisas que ajudam : uma festa especial que nos faz dançar, um companheiro de Vida que nos faz sonhar, um sucesso de alguém que amamos que nos faz sorrir, uma palavra de um amigo que nos anima, uma nuvem no Céu que é diferente de todas as que vimos antes, uma música no rádio que parece dedicada àquele momento. 
Se alguma coisa te empurra para baixo, procura aquilo que te puxa para cima.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Escola primária

Perceberam agora como é que a tecnologia automóvel alemã supera a dos restantes concorrentes ? Como eu costumo dizer : "Já vi disto na minha escola primária!" 
Há sempre aqueles que acham que é vantajoso para eles quebrar as sãs regras de convivência, ignorando o facto de que toda a gente com um mínimo de testa sabe que as sãs regras de convivência existem para as vantagens serem equitativamente recebidas por todos. "Daaa-a!".
Assim, não só é trapaça relativamente à concorrência dentro da UE, como nos deixa a todos da UE mal vistos na concorrência externa à UE.
Como dizia um comentador na televisão : "O teu pior inimigo é o teu amigo incompetente", eu acrescento "... e o teu pior parceiro é o parceiro trapaceiro!". 
Percebem como é crucial o papel dos professores e educadores, que ultimamente também têm sido amachucados na sua dignidade ?
E o mal quase que estava nos pepinos espanhóis, lembram-se ?

terça-feira, 8 de setembro de 2015

5 de Setembro de 2015 - anotações

Semblantes felicíssimos dos Noivos.
Sorrisos brilhantes e serenos dos Padrinhos da Noiva e entusiasmo fofinho dos Padrinhos do Noivo.
Familiares em harmonia tranquila.
Todos os Familiares e Amigos presentes aproveitavam ocasiões diversas para transmitirem a sua satisfação.
Tirando um chilique e as consequentes duas Ausências Importantes, o dia pareceu quase perfeito.
Algumas Outras Ausências fizeram 'transmissões à distância'.
Algumas Saudades transformaram-se em Presenças a abençoar o dia. 

Para além da Noiva, houve mais Quem tivesse de mudar de vestido.
Houve muita mudança para sapatos de backup entre As Senhoras, para aguentar o ritmo dançante e aproveitar a frescura do chão polido.
Uma grande roda dançante abraçou os Noivos e aqueceu os Corações de todos.

Ficaram para trás um sapato de Cinderela e uns óculos de James Bond que se entregam a quem conseguir provar o direito a eles.
Quem ficou mais nas fotografias devem ter sido mesmo os próprios Fotógrafos, tal a proliferação instantânea e abundante dos mesmos.
Os Pais do Noivo adoraram, e apreciaram no fim do dia os rostos cansados mas felizes dos Pais da Noiva.
 




5 de Setembro de 2015

Ao contrário do que previa (previa nervosismo a mais da minha parte ...) soube-me muito bem ter um papel activo num dia de Príncipe e Princesa. 
A Princesa organizou toda a festa com a ajuda duma equipa de 'Homens do Presidente', para além do apoio familiar, e o ambiente animou muito com as participações especiais, generosas e imaginativas de todos os convidados. 
No dizer de um dos primos o casamento foi mesmo 'espectacolher', os noivos foram acompanhados desde manhã até à madrugada.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Dona Turtle

Gosto de pensar que os cuidados do Zezo e a sua intuição para os desejos de Dona Turtle já têm seguidores. 
A minha amiga Carla deliciou-se a ouvir as histórias que fui contando, e como também deram à filhota dela uma tartaruguinha pequenina num aquário, adoptou algumas das soluções que lhe transmiti.
A tartaruga da Carla também vai apanhando banhos de sol na varanda, sobe para os pés do marido da Carla quando ele vai espreitá-la à varanda, hiberna dentro de casa, 'conversa' através do vidro do aquário e parece ser uma tartaruguinha feliz.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Cada Gata com seu estilo

Dona Nani acompanhava-me sempre de manhã, normalmente até me acordava de algum modo impaciente, para eu me levantar e ir à casa-de-banho e depois à cozinha para tomar o meu leite com Néscafé e comprimidos matinais. 
Miss Meggy Pea é mais paciente, fica deitada ao pé da cama à espera que eu acorde e depois acompanha-me nesses primeiros hábitos matinais. 
Há uma outra diferença no comportamento das duas gatinhas : enquanto Dona Nani dava uma corrida atrás de mim para me pregar uma patada de incentivo na barriga das pernas ou no rabo, Miss Meggy Pea procura os meus pés ou pernas para ferrar umas leves mas muito afiadas dentadas endiabradas.
Cada gata com seu estilo, duas formas felinas de despertar.

domingo, 2 de agosto de 2015

'Mantém-te zen'

Em tempos elogiou os meus desenhos com o paint, e mais recentemente disse que gosta dos meus quadros de paisagens.
Para mim estes elogios em que consigo acreditar funcionam como calmantes, incentivo, e a pintura é uma forte terapia.
Logo a seguir ao elogio iniciei a tal paisagem em tela de um metro por qualquer coisa, de que já falei aqui.
Está quase pronta, e chamei-lhe "Pelorito de manhã com os girassóis".
Obrigada Anabela.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Selecção natural

Estava aqui a olhar para uma foto dos meus Pais e pensei que seria muito bom, para a Humanidade em geral, para o mundo no seu dia-a-dia, se a selecção natural consistisse na imortalidade das pessoas boas, e na eliminação indolor das pessoas más. 
Depois pensei que talvez eu própria não sobrevivesse a esse tipo de selecção. Os sentimentos que nutro por algumas das pessoas e acontecimentos que me rodeiam não são muito generosos. Mas pelo menos a eliminação seria indolor.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Os gatos e as coisas doces

Li algures na net que os gatos não são sensíveis aos alimentos doces. Ainda para mais, a ingestão, por exemplo, de chocolate acima de determinadas doses pode ser fatal.
Numa destas manhãs preparei um tabuleirinho de pequeno-almoço com uma chávena de leite com Néscafé e uma torrada com manteiga e doce de morango Prisca. Pousei na mesa da varanda e lembrei-me que não tinha tomado os meus comprimidos. Fui por momentos à cozinha e quando voltei Miss Meggy estava deliciada a lamber o doce de morango da minha torrada.
A mim pareceu-me que estava a gostar muito.
Esperamos que não lhe tenha feito mal.

domingo, 26 de julho de 2015

Bolo de Alfarroba chef Ander

Depois de uma tentativa menos saborosa do bolo de alfarroba na 'lógica bolo da Cláudia', experimentámos hoje ajustar as proporções de farinhas, e por sugestão dos homens da casa seguimos a ' lógica bolo de yogurte' e ficou um bolo muito fofinho e suficientemente apetitoso, feito assim:
Copo medida: 1,5 dl
Batedeira self-standing
3 copos mal cheios de açucar Pingo Doce
3 ovox xl inteiros Pingo Doce
1 dedo de Porto Sandeman
1 copo de óleo Fula
50 g de farinha de Alfarroba Seara (secção biológicos do Continente)
2 copos de farinha self-raising Branca de Neve
1 colher de café de fermento em pó Royal
1 pitadinha de sal grosso
Forma de buraco barrada com margarina Vaqueiro e polvilhada de farinha.
Forno 180º 55 minutos.
Desenformar e cobrir com um fio de caramelo líquido quando o bolo ainda está quente. (Era para ser coberto com ovos moles e caramelo, mas os ovos moles em pequena quantidade não saíram bem - fica para a próxima)

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Miss Meggy Pea e o conceito Teddy Bear

Esta manhã fiquei surpreendida com a Meggy.
Pus esta semana um tapete novo na casa de banho, e ela gostou tanto dele que tem dormido na casa de banho. Além de mais fresquinho, parece sentir-se confortável. 
Ela mostrou logo interesse pelo tapete quando o fui buscar ao armário.
O que eu não estava à espera era de encontrar esta manhã o pirilampo da Meggy também muito bem acomodado no tapete, ao lado dela.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

As minhas versões/criações - de crochet, de quadros, de bolos

Este fim-de-semana reparei nas semelhanças dos processos criativos que me ocupam a imaginação quando meto na cabeça fazer uma coisa.
Tem piada porque sempre me considerei uma pessoa com pouca imaginação, com mais queda para copiar, estudar coisas já feitas e seguir procedimentos.
Primeiro, estou desde há duas semanas a preparar-me para pintar uma tela de um metro por qualquer coisa (em comprido), e comecei por pensar num céu carregado de nuvens que fotografei outro dia. Pensei pôr-lhe uma gaivota, mas ainda não tenho fotos com uma pose que resulte.
Depois comecei a pensar em subir o céu e pintar em baixo um campo de girassóis e fardos redondos de palha. Esquecer a gaivota e pôr outro tipo de pássaro, um falcão por exemplo.Tenho pensado de vez em quando que tons utilizar, que planos definir, que côres deixar esbatidas e quais as que devo definir melhor.
Entretanto iniciei mais uma daquelas invenções em crochet, desta vez com linha beige. Começo a coisa apenas definindo à partida que é redondo, o número de malhas e desenhos saem à medida que vou avançando, com base num jogo de 'abertos' e 'fechados' que formam figuras.
Pelo meio, fiz um bolo da Cláudia. Já fiz uma variante com sumo de laranja em vez do vinho do Porto, e agora lembrei-me se haverá à venda farinha de alfarroba, para fazer uma outra versão. O bolo da Cláudia tem bastante farinha, mas não sei se, havendo farinha de alfarroba, ela fará os bolos fôfos ou não. Também não sei que proporção de açucar se deve usar, talvez consulte receitas existentes na net. Tenho estado a pensar sobre pinhões (mas agora são muito caros) e amêndoas laminadas, e falta-me a parte líquida. Pensei em ginginha, caramelo, ainda estou a divertir-me com a parte do plano teórico.
O processo criativo é bastante estimulante.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Gato-sapato

É uma das brincadeiras que deixa a Meggy mais entusiasmada. Fica entretida muito tempo, mia de vez em quando de satisfação, e parece que de noite também se diverte. 
A brincadeira é enfiar o pirilampo mágico no calcanhar de um sapato, arrastar o sapato a alta velocidade com o pirilampo lá dentro, mudá-lo de sapato, chinelos também valem, gata, sapato e pirilampo numa roda viva, faz do pirilampo gato-sapato.
Se o pirilampo já está a descansar, pode ser feita a brincadeira com uma bola de papel.
Esta manhã havia sapatos e chinelos espalhados pelo hall fora, revelando uma noite divertida para Miss Meggy Pea.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

'...que a freguesa deu ó ról...'

Esta manhã o Centro Cultural de Belém não exibia nenhuma bandeira.
Não se via uma única bandeira hasteada naquela generosa quantidade de postes.
Devem ter ido para lavar ...

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Notícias Meggy Pea

Miss Meggy Pea é uma gata endiabrada. Se juntarmos a isso o facto de nós sermos uns donos pouco previdentes, a mistura revela-se perigosa.
Estavam os donos, cada um na sua ponta da casa, e Meggy Pea na varanda a apanhar o ar do entardecer, quando demos pela sua falta. 
Não vimos o que aconteceu, mas reconstituindo a cena com a ajuda de donos de gatos nossos amigos, ela terá subido ao parapeito da varanda e olhado para baixo, onde vislumbrou a parabólica do vizinho. Terá resolvido saltar para aí em busca de novos horizontes, de contrário teria ido parar à rua uns poucos metros abaixo, em vez de ir parar à varanda imediatamente abaixo da nossa. 
Aterrou aí assustada e dorida, os vizinhos não conseguiram tocar-lhe, e quando o Zezo a foi buscar vinha assustada e encolhida.
Esteve internada dois dias, a soro, analgésicos e antiinflamatórios. Os RX não acusaram lesões e quando a trouxemos de novo para casa demonstrou as suas saudades com muitos mimos.
Agora parece recuperada e já se deixou de nos dar mimos exagerados ...

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Sopinha 'welcome back home'

Um fervedor inox.
Dois nabos já com um mês ou dois de frigorífico.
Uma cenoura um pouco mais recente.
Meia cebola à espera da ocasião numa caixa em forma de cebola 'made in china' no frigorífico.
Seis pézinhos de salsa fresca com umas semanas de frigorífico.
Duas colheres de sopa de lentilhas rosa sem casca.
Água, sal.
Depois de bem cozidos, um fio de azeite, uma colher de café de pó de cardamomo.
Passar com a varinha mágica.

domingo, 17 de maio de 2015

Os quadros mais recentes

Não tenho publicado os quadros mais recentes que tenho pintado. Um deles, do Buçaco, já não tenho à mão para fotografar. Estes são quadros pequenos, os quadrados têm 20x20. Os do meio são rosas da roseirinha da Lau e da Bi, uma de Novembro e outra desta semana.
Terapia da 'braba', juntamente com umas sessões de yoga na varanda pela manhãzinha.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Matrioskas

Quando o cansaço me apanha, tenho a tentação de invejar a vida de uma boneca de corda : parada na maior parte do tempo, insensível e inanimada, a que se dá corda apenas quando se está com paciência para vê-la movimentar-se ou ouvi-la falar. 
Não corre o risco de ser mal entendida, a gravação na ponta da corda, os movimentos mecânicamente programados, não tem tristezas nem alegrias, é assim, uma boneca simples com o coração na lapela do seu vestido.
As pessoas não.
As pessoas têm o coração a bater, a sorrir ou a doer dentro do peito, podem sentir carinho por fora, tristeza por dentro, amor por fora, indiferença por dentro, dizem sim e dizem não, dizem coisas simples que parecem complexas, vestem-se de máscaras sucessivas, escondidas umas dentro das outras, experiências boas e experiências más, umas dentro das outras, dentro das outras, dentro das outras.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Família de escritora sofre e alegra-se ao mesmo tempo

A Ana Pessoa tem notícias fresquinhas
Em primeiro lugar, alegro-me com a notícia.
Em segundo lugar, voltei esta manhã a ler o 'Supergigante'.
Fez-me lembrar Isabel Allende, que disse a propósito dos seus livros que alguns familiares, ao reconhecerem-se nas histórias que conta, não gostaram da maneira como estão retratados ou como a autora retrata pessoas do seu círculo de conhecimentos.
Já falei com a Ana sobre isto a propósito do 'Supergigante'. A Ana diz que as personagens são fictícias, baseadas em personalidades que pertencem a contextos que podem não ser o contexto em que estão colocadas na história do livro, que são muitas vezes uma mistura de várias personalidades representadas numa só, e outras coisas assim, que deliciam e ao mesmo tempo iludem a minha curiosidade.
De qualquer maneira, a mim faz-me temer que eu esteja representada nas características mais irritantes de todas as tias invocadas no 'Supergigante', o que ao mesmo tempo que representaria uma honra, constitui uma interrogação de consciência bastante pesada.
Mas tenho um amigo meu que diz que o meu tema de conversa favorito sou eu própria e as minhas histórias, o que pode ser bastante redutor na apreciação de um livro da Ana.
O que agora se impõe é dizer : Parabéns Ana !

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Notícias Meggy Pea

Miss Meggy Pea andou uma série de semanas um bocado atrapalhada. 
(E nós também ...)
Aparentemente foi mordida na testa por um bicharoco qualquer. 
Quando a levámos à veterinária ela começou por desconfiar de coisas esquisitas. 
Recolheu a crosta da lesão para fazer uma análise fúngica e bacteriológica que deu negativo para tinha e outras cenas do género. A veterinária concluiu então que o pequeno inchaço e ferida deviam ter resultado de uma picada de insecto que Miss Meggy coçou desastradamente.
Mas enquanto esteve em tratamento, condicionada por um funil de plástico à roda da cabeça, entrou em stress e desenvolveu uma conjuntivite, que também exige tratamento prolongado.
Ficou mais aliviada quando foi possível retirar-lhe o funil, e anda agora toda animada.
Já pode brincar à vontade com o seu brinquedo favorito, um pirilampo mágico azul clarinho a que o Zezo retirou os olhos e o pavio por precaução. Ela leva-o para todo o lado, e já precisou de algumas reparações cirúrgicas e lavagens que deixaram Miss Meggy ligeiramente desconfiada.

Dormir

Ao contrário da gatinha Nani, que veio morar connosco numa altura em que eu acordava todas as noites, e ficava acordada algumas horas acompanhada por ela em deambulações pelo silêncio da casa às escuras, Miss Meggy Pea tem noites seguidas de sono tranquilo. 
Mesmo quando acorda a meio da noite por minha causa, mantém-se tão sonolenta que é fácil pegar nela e voltar a deitá-la.
Já nos tem proporcionado algumas noites de sono seguido.

terça-feira, 21 de abril de 2015

As visitas da Catarina

A Catarina é muito pequenina e enche os corredores do trabalho do Pai com a sua vozinha de PIN&PON. 
Também sabe cantar muito (des)afinadinha, cantigas de letras muito interessantes como aquela do 'gingóbéll já não há papel'.
Mas o que a Catarina mais gosta é dos garrafões de água dos bebedouros em uso aqui na nossa zona. Embora o Pai não a deixe molhar-se. O que a leva a refugiar-se na nossa sala quando está a fazer limpezas das secretárias e outros objectos aqui do nosso lado.
Todos tomam conta da Catarina, fazemos desenhos e emprestamos papel e canetas, e 'dodots' como ela lhes chama, para fazer as suas limpezas ocasionais. Quem diria que o nosso espaço está assim tão sujo, apesar da senhora da limpeza cá passar todas as manhãs...
Tememos no entanto estar ameaçados por uma consequência das visitas da Catarina : nunca se sabe quando seremos electrocutados numa aproximação ao bebedouro de garrafões, tal a abundância de água no chão, por causa das limpezas da Catarina  ;-)

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Buçaco

Tenho andado um bocado desatenta à reportagem fotográfica dos quadros que tenho feito. Já fiz mais duas árvores de Natal, um ou dois quadros de rosas, um segundo quadro do Buçaco que acho que não fotografei de todo, agora estou a pintar uma casinha de Monet para oferecer.
Resolvi fazer este desenho para animar gráficamente o blog.
Quanto às fotos dos quadros mais recentes, vou ver se trato disso.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Páscoa

Este ano aventurei-me a assar meio cabrito para quem me quisesse acompanhar no Domingo de Páscoa. Acabámos por celebrar esse dia em Mafra.
Comprei o meio cabrito, de um cabrito de aproximadamente 7Kg, na 6ªfª Santa, mais ou menos por impulso. Guardei no frigorífico e no Sábado de Aleluia pus no tabuleiro do perú de Natal e temperei-o. No Domingo de manhã esteve a assar desde as 8h até às 11h50 mais ou menos.
O tempero levou o resto de meia garrafa de Planalto que tinha sobrado do jantar de 6ªfª, um pouquinho de Lezíria branco para completar, sal (podia ter levado um pouco mais), muito pimentão doce em pó, muito alhinho picado à mão, três folhas de louro ainda não muito secas apanhadas num loureiro em Mafra, três raminhos de alecrim já meio sêco e um bom ramo de salsa fresca do mesmo jardim. Reguei com azeite Galo clássico e coloquei três bocados de margarina Vaqueiro.
As receitas que consultei falavam ainda de pimenta ou picante, e embora talvez isso possa enriquecer o paladar, alguns dos convivas não são apreciadores de tais tempêros.  Também foi lembrado o tomilho, mas como tinha posto o alecrim resolvi não misturar mais sabores.
Às 8h da manhã de Domingo liguei o forno a 160º e coloquei o tabuleiro com o cabrito, e num pirex umas batatinhas novas temperadas de sal, pimentão doce em pó, azeite e nozinhas de margarina. Pelas 9h30 aumentámos o forno para 180º, e pelas 10h30 aumentámos para 200º. Fomos aproveitando para virar os pedaços de cabrito para corar bem de todos os lados, bem como as batatinhas.
Levámos tudo para Mafra envolvido em papel de alumínio e umas toalhas de banho para manter quente, e servido perto das 13h.
Foi aprovado por todos os convivas.
A mesa foi enfeitada com um arranjo muito mimoso de ovos de galinha e de codorniz, com as cascas num bonito tom de vermelho-fechado, que presumi que tinha sido conseguido com casca de cebola, mas agora tenho algumas dúvidas, e por isso conto perguntar qual o segredo da coloração dos ovos.

P.S.: Esqueci-me de dizer que cobri primeiro o fundo do tabuleiro do cabrito com gomos mais ou menos finos de cebola.