Viajávamos a caminho de Vila do Bispo, para comer 'perceves' num restaurantezinho bem simpático no largo da farmácia. Pelo caminho, a estrada profunda em direcção a Sagres, o escuro do fim-de-tarde, e as vozes calmas do repórter e do escritor. Humorista de língua brasileira pachorrenta, com artes de saxofonista e jornalista, como ia contando no rádio do carro.
A sua voz fez-me lembrar um técnico brasileiro com quem trabalhei, a quem os meus colegas chamavam o "Pai Natal", devido ao porte e semblante afável.
De volta ao meu dia-a-dia procurei links na net, passei às amigas, e uma delas emprestou-me este livro, que vos aconselho porque é refrescante.
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