Na minha juventude conheci uma pessoa que calculava as nossas curvas de biorritmo.
Essas curvas tinham períodos descendentes e ascendentes, picos mínimos e picos máximos.
Mas sucediam-se num ritmo tranquilo de frequências compensando-se sempre sem parar.
Penso que, mais do que acreditar que alguém pode calcular as datas correspondentes a cada ciclo desse biorritmo, a mensagem principal que me transmitiu subconscientemente, e em que reparei só agora, é que a uma fase má segue-se uma fase boa, e assim sucessivamente. É uma questão de manter a cabeça fora de água. A nossa última hora chegará quando estiver determinado.
Para manter a cabeça fora de água há pequenas coisas que ajudam : uma festa especial que nos faz dançar, um companheiro de Vida que nos faz sonhar, um sucesso de alguém que amamos que nos faz sorrir, uma palavra de um amigo que nos anima, uma nuvem no Céu que é diferente de todas as que vimos antes, uma música no rádio que parece dedicada àquele momento.
Se alguma coisa te empurra para baixo, procura aquilo que te puxa para cima.
1 comentário:
O que me puxa para cima: o homem da minha vida, o pequeno-almoço aos sábados, um bom livro, uma boa exposição, uma boa conversa, um bom post num blogue, uma peça de teatro, estar com a família, estar com os amigos, escrever, pintar. Ah, sim, e dançar, claro!
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